CaaS para fintechs e bancos digitais: como lançar produtos cripto sem desenvolver do zero

fev 18, 2026 | Não categorizado

Nos últimos anos, ficou claro que a disputa no mercado financeiro não acontece mais apenas no produto final. O verdadeiro diferencial competitivo está na infraestrutura que sustenta esses produtos.

A ascensão dos modelos de Crypto as a Service (CaaS) é prova disso. Bancos digitais, fintechs, DTVMs e plataformas de investimento perceberam que construir uma operação cripto internamente é lento, caro e exige uma governança que muitas instituições não precisam, ou não desejam, assumir.

CaaS surge como a nova espinha dorsal para empresas que querem oferecer compra e venda de cripto, custody-as-a-service, wallets digitais, produtos de investimento ou exposição cripto dentro do próprio app.

Sem reescrever sistemas.
Sem ampliar squads técnicos.
Com segurança institucional, liquidez e compliance nativos.

Por que o CaaS ganhou força agora

A maturidade do mercado não veio apenas da tecnologia. Veio da regulação. Com a publicação das resoluções 519, 520 e 521, o Banco Central definiu quem pode operar com ativos virtuais, como deve operar e como integrar essas operações ao sistema financeiro.

Esse movimento criou um ambiente seguro tanto para instituições reguladas quanto para empresas não reguladas aprofundarem sua atuação com ativos digitais.

Ao mesmo tempo, o uso corporativo de cripto cresceu de forma consistente. As empresas passaram a buscar modelos que combinam:

  • time-to-market acelerado
  • governança robusta
  • custódia profissional
  • segurança de nível bancário
  • infraestrutura escalável e auditável

O resultado é simples: CaaS deixou de ser tendência e virou padrão.

O que mudou com as novas resoluções do Banco Central

Com as resoluções, instituições que oferecem serviços com ativos digitais precisam demonstrar:

  • segregação patrimonial
  • controles internos e gestão de risco
  • PLD/FT e governança
  • segurança cibernética
  • adequação societária
  • compatibilidade entre operação e porte regulatório

Isso reorganizou o mercado em dois caminhos distintos.

Caminhos diferentes para parceiros regulados e não regulados

1. Instituições reguladas (bancos, SCDs, fintechs autorizadas, DTVMs)

Essas instituições podem oferecer produtos cripto desde que:

  • cumpram as exigências das resoluções
  • integrem controles de compliance e governança
  • utilizem operadores autorizados como PSAV

Para esse público, CaaS se torna o modelo ideal para garantir conformidade regulatória sem montar uma operação completa do zero.

2. Empresas não reguladas (marketplaces, varejo, plataformas digitais)

Empresas não reguladas podem integrar cripto por meio de uma PSAV autorizada, seguindo regras compatíveis de PLD/FT e KYC, sem se tornar instituição financeira.

Esse modelo destrava produtos para setores que antes estavam fora do mercado cripto.

O gargalo sempre foi infraestrutura

Uma operação cripto completa exige:

  • custódia segregada
  • segurança multicamadas
  • governança contínua
  • APIs estáveis
  • monitoramento 24/7
  • trilhas de auditoria
  • compliance com BC, CVM e Receita Federal

Construir isso internamente é caro, complexo e demanda anos.
Com CaaS, instituições lançam em semanas.

Onde o Foxbit Compra Fácil se encaixa?

O Foxbit Compra Fácil é o modelo de CaaS do Grupo Foxbit e oferece dois caminhos:

Para instituições reguladas

Infraestrutura alinhada às exigências das resoluções, com:

  • custódia com parceiros
  • segregação patrimonial
  • governança e controles
  • relatórios compatíveis com IN 1888
  • arquitetura escalável
  • operação white-label

Para empresas não reguladas

Uma infra segura para oferecer cripto com:

  • APIs rápidas
  • compliance delegado
  • auditoria e monitoramento
  • liquidez institucional
  • experiência fluida para o cliente final

O objetivo é o mesmo para ambos: permitir que cada empresa tenha sua própria operação cripto, sem construir infraestrutura.

2026: quando infraestrutura se tornou vantagem competitiva

Entramos em 2026 com um mercado híbrido:

  • produtos financeiros tradicionais
  • infraestrutura digital cripto-nativa
  • regulação clara
  • APIs conectando todas as camadas

Fintechs e bancos que adotarem CaaS vão criar novos produtos, novas receitas e novos ecossistemas.

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